Família Quadrada na Revista Você S/A

Dinheiro  /   /  Por Mônica Japiassú

Após a participação na matéria “Como acabar com a guerra em casa”, da Revista IstoÉ, agora a Família Quadrada aparece na Revista Você S/A, edição de maio/2013.

Na matéria “Até que a mentira nos separe”, você entenderá o conceito de Gustavo Cerbasi sobre Infidelidade Financeira, conhecerá um caso de casamento que acabou por causa da falta de transparência financeira e verá algumas de nossas dicas para evitar as omissões relacionadas ao dinheiro.

Neste post complementaremos essas dicas, falando não só sobre a infidelidade financeira, mas também sobre aquelas mentirinhas que envolvem outras situações da vida conjugal.

Aqui embaixo você pode ver a parte que fala sobre nós – e no site da revista, pode ler a matéria completa.

Família Quadrada na Revista Você S/A

Como evitar a infidelidade financeira?

Acreditamos que nosso conceito de Dinheiro sem fronteiras é o grande responsável por não termos atritos financeiros. Desde o início do nosso casamento, todas as rendas e todas as despesas são da família, e não apenas de um dos dois. Se temos alguma conta para pagar, não importa se o dinheiro sairá de uma conta ou de outra, pois aquela despesa é dos dois.

Ao contrário do que muita gente pensa, esse formato de união total do dinheiro não exclui a individualidade de cada um. Como falamos na matéria, no início pode-se combinar um valor que cada um pode gastar sem precisar consultar ou contar para o outro – e depois, com o tempo, a confiança e a cumplicidade entre os dois se tornará tão grande, que nem será mais necessário ter um valor estipulado para os gastos individuais, bastando usar o bom senso.

O diálogo constante é outro fator essencial para um relacionamento livre de discussões infrutíferas. E se as conversas do casal – sobre qualquer assunto – estiverem sempre recheadas de sinceridade e compreensão, os atritos tenderão a zero. Isso significa não abrir espaço para mentiras entre o casal, pois esse é um dos tipos de decepção mais difíceis de se perdoar (afinal, “se mentiu uma vez, quem garante que não vai mentir novamente?”).

Entre nós há outra combinação desde o início do namoro: mentiras são permitidas apenas quando estamos preparando alguma surpresa para o outro – e, mesmo assim, somente se não for prejudicar ninguém.

 

Mas e as omissões?

Bem, pelo nosso conceito de omissão, nem elas deveriam entrar na vida de um casal. Para nós, omitir é esconder um fato de outra pessoa com a intenção de se esquivar de uma situação indesejada. Então, se você se pegar imaginando “Hum, acho melhor não contar que comprei aquela bolsa, porque ele vai ficar reclamando que a gente devia estar economizando pra trocar de carro. Vou escondê-la.”, está faltando um diálogo aberto em seu relacionamento. Está faltando sinceridade de sua parte – ou compreensão da parte dele (ou os dois).

Deixar de contar para o cônjuge algo que aconteceu em seu dia porque vocês têm pouco tempo para conversar e você opta por contar somente as coisas mais importantes é algo bem diferente de omitir algum fato intencionalmente, para evitar conflitos.

Então, se você acha que o diálogo em sua casa anda em baixa, chame seu cônjuge, usem a criatividade e encontrem espaço para conversarem mais, sobre tudo! Vocês podem começar usando a dica do Gustavo Cerbasi: perguntem um ao outro “Você está feliz?”.

 

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6 comentários
 
  1. Ana 11 de maio de 2013 at 00:36 Responder

    Que chique, hein? Legal vocês participarem da matéria. Assunto super relevante para as famílias. Já comentei aqui que aqui em casa é igual. O que é de um é de todos.

  2. José (pai da Mônica) 10 de maio de 2013 at 09:46 Responder

    Ih, Mônica, na maioria dos casais, se um perguntar ao outro “Você está feliz?”, ou a resposta será mentirosa ou vai começar uma discussão! 🙂

    • Mônica Japiassú 10 de maio de 2013 at 10:28 Responder

      Eu prefiro acreditar que você está errado, pai. Um relacionamento deve servir para fazer com que o casal seja mais feliz, não é? 🙂

      • José (pai da Mônica) 10 de maio de 2013 at 12:05 Responder

        É. Mas, infelizmente, nem sempre é assim, por diversos motivos. Talvez eu tenha exagerado quando escrevi “na maioria dos casais”. Deveria ter escrito “em grande parte dos casais”.

  3. Gigante Leo 10 de maio de 2013 at 09:03 Responder

    MUITO LEGAL!!! Quero essa revista!!!

    • Mônica Japiassú 10 de maio de 2013 at 10:27 Responder

      Já está nas bancas, Leo! 🙂 B-jão!

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