Valorização da língua portuguesa (ou: Orgulho da mamãe!)

Sem categoria  /   /  Por Mônica Japiassú

Eu sempre adorei estudar português, desde pequena (ou melhor, desde criança, porque pequena sou até hoje! Hehehehe!). Gostava de entender como as frases eram compostas, aprender como construir textos com uma concordância perfeita, empregar as vírgulas corretamente. Cheguei até a corrigir uma professora de português em sala de aula quando tinha uns 9 anos (e ela não foi humilde o suficiente para admitir seu erro; disse para a turma que a palavra poderia ser escrita dos 2 jeitos: o dela e o meu. Sim, isso ficou marcado em minha mente. :)).

Até das regras referentes à crase eu sempre gostei – o que não quer dizer que eu seja chegada a decorar as dezenas (ou centenas?) de regras da língua portuguesa. Pelo contrário, quando me perguntam por que algo é escrito de uma determinada forma, muitas vezes eu não tenho a explicação na ponta da língua, pois muita coisa se tornou natural para mim, entrou no sangue. Sei que é assim e pronto. Só isso. 🙂

Recentemente fiz um curso de formação de revisores na UVA, com o objetivo de me preparar para fazer trabalhos como revisora de textos. Meu pai, que tem uma grande parcela de “culpa” por eu sempre ter gostado tanto de português, também fez o curso. Foram manhãs de sábado muito agradáveis que passamos, não é, pai? 🙂 Foi ótimo relembrar várias regrinhas que já tinham caído no esquecimento, além de aprender a nova ortografia da nossa língua (que, a propósito, entra definitivamente em vigor no ano que vem) e manter contato com muitas outras pessoas com a mesma afinidade que nós.

E é com muito orgulho que vejo que nossas filhinhas estão indo pelo mesmo caminho. A Amanda já demonstra seu gosto por falar e escrever corretamente, ficando toda feliz quando nos mostra seus trabalhinhos e a exaltamos por ter escrito tudo direitinho.

Um dia desses, ela veio me falar que já sabia quando devia escrever “por que” separado ou junto, me explicando tudo certinho, na linguagem de uma criança de 7 anos, naturalmente. E eu, é claro, fiquei cheia de orgulho!

E a Letícia demonstrou, com apenas 3 anos, seu gosto pelo português esta semana. Vejam só que menina estudiosa!

Letícia estudando português, com 3 anos

Letícia estudando português, com 3 anos

 

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4 comentários
 
  1. Mirys 24 de maio de 2012 at 08:48 Responder

    Mô: Uau!!! Que orgulho!!! Os meus também falam direitinho (e, se não falarem, eu corrijo!), mas o Guigo tem 7 anos e não sabe as diferenças entre os “porques”… rsrsrsrs Aproveita o embalo das meninas, então, e coloca todo mundo pra escrever!!! Vai rolar uma blogagem coletiva muito especial: no dia 30 de maio, sobre o amor! Faz parte da campanha do Diário – “GASTE TEMPO COM QUEM VOCÊ AMA”! Tá tudo explicadinho aqui: http://diariodos3mosqueteiros.blogspot.com.br/2012/05/dia-da-familia-chegando-diario-da-nina.html Participa com a gente??? Será que as meninas fariam um texto pequenininho sobre o amor (porque a visão das crianças é apaixonante!!!)? Bjos e bençãos. Mirys http://www.diariodos3mosqueteiros.blogspot.com

    • jbsilva2 24 de maio de 2012 at 09:47 Responder

      Ótima ideia, Mirys! Vou incentivá-las a escrever / falar (no caso da Letícia) sobre o amor, para participarmos dessa blogagem coletiva tão linda! B-jão!

  2. Lúcia Japiassú 23 de maio de 2012 at 18:40 Responder

    Realmente, as meninas puxaram a você. Nós chamávamos você de “Castro Alves”. O português das duas (respeitando as idades, claro) é perfeito. Adoro quando a Lelê conjuga os verbos à maneira dela, como uma vez que estava aqui em casa (com 2 anos) e chegou na minha sala com um pirulito na mão. Perguntei quem tinha dado para ela e ela disse: “A Amanda que me dô”. Acho que ela está procurando nesse livro se estava certa a maneira que falou…kakakakakaakaka Brincadeiras à parte, ADOREI a foto! Beijinhos

  3. José (pai da Mônica) 23 de maio de 2012 at 14:26 Responder

    É verdade, Mônica, as manhãs de sábado em que fizemos o curso foram ótimas! Que bom que a Amanda é CDF igual a você! E, pelo visto, a Letícia é a CDFzinha da família!

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